Nyang critica teladores no VALORANT: “É parar de ser vitimista”
O cenário brasileiro de VALORANT vive uma onda de ghosting e, nesse contexto, até jogadores que não cometem esse tipo de ato acabam sendo rotulados. Diante disso, o caster e criador de conteúdo, Guilherme "Nyang" Coelho, comentou durante transmissão ao vivo realizada na última quinta-feira (26), que não há motivo para “chorar” nas redes sociais ao ser acusado sem provas. Ele ainda defendeu que a melhor resposta é usar a exposição para se provar dentro do jogo.
“É literalmente isso. É só parar de ser vitimista. Eu não tô falando que você cometeu um crime, não tô falando nada disso. Tô falando pra você aproveitar o que alguém que tem visibilidade falou de você. É simplesmente isso. Falaram de mim, o que eu faço? Eu choro ou falaram de mim, agora eu vou provar que eu não sou isso? Falaram de mim, agora eu vou provar. Vou chegar no campeonato, vou chegar na ranked, vou amassar esse cara todas as vezes. Pelo amor de Deus, mano. É literalmente isso. E não é nem ficar se defendendo, tá? Eu não tô falando nem que você tem que ficar se defendendo. É você aproveitar, mano. É aproveitar”, afirmou Nyang.
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Além disso, Nyang ainda opinou que esse tipo de reação só faria sentido caso resultasse em alguma punição por parte da Riot Games. Só que, para ele, isso não acontece e que por isso não haveria motivo para agir dessa forma.
“Você não vai ser banido. Não existe isso, você não vai ser banido. Pra você ser banido por alguma coisa, aí seria um problema. Aí poderia… um streamer chorou pro fulano, o fulano tomou ban, aí ele tem que provar… caralho, velho, pelo amor de Deus. Se você tomar um ban injusto no VALORANT, você pode recorrer das 500 formas que você quiser, aí tá certo. Mas isso nunca vai acontecer. Nunca um cara vai tomar ban porque fulano falou que você deu ghost. Nunca vai acontecer”, completou.
Um dos exemplos citados por Nyang foi o de Guilherme "ghoul33" Aarão, que teve o vínculo com a 2GAME Esports encerrado após acusações de manipulação de partidas ranqueadas com apostas, ghosting e boosting no VALORANT. De acordo com o caster, o jogador teve oportunidades de se provar, mas preferiu persistir nos mesmos erros.
“Vamos usar o caso do ghoul agora como exemplo. O ghoul, pra quem não sabe, é o cara que tava jogando na 2Game até agora. E foi kickado porque saíram mais coisas relacionadas a ele. Se esse moleque não tivesse feito merda no começo do VALORANT, a galera já tinha provas, na época, de que ele dava ghost, que ele xingava os streamers, etc. E ele começou a criar uma inimizade com os streamers já nessa época”, opinou Nyang.
“Se ele, ao invés de ter usado isso pra continuar fazendo merda, tivesse entrado na 2Game, jogado a lan que ele jogou e jogado bem, e continuado jogando hoje na 2Game, e a 2Game tá lá no VCB, esse moleque tinha tudo pra, em um ano, estar na franquia. Porque a mira dele, a mecânica dele, é diferenciada de 90% do VALORANT. Esse moleque era diferenciado. Mas o que ele fez? Continuou fazendo merda”, disse.
“Então o cara foi acusado, teve segunda, terceira, quarta chance e continuou fazendo merda. Esse é um caso. Agora, o cara que é chamado de ghost por um momento vai pra um presencial e amassa no presencial”, finalizou.
A prática conhecida como ghosting acontece quando um jogador obtém informações externas, como transmissões ao vivo, para ganhar vantagem durante a partida. O caso de ghoul é um dos exemplos recentes, assim como o de effetic, que também teve o vínculo com a 2GAME Esports encerrado após acusações de ghosting contra streamers em partidas ranqueadas.
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